Liguei a televisão e um telejornal falava do velório da Dercy. Cercada por microfones, a filha contou que, quando pequena, Dercy encostou sua testa na dela e disse: “a gente vai ser feliz na porrada”.
Pois eu também.

Liguei a televisão e um telejornal falava do velório da Dercy. Cercada por microfones, a filha contou que, quando pequena, Dercy encostou sua testa na dela e disse: “a gente vai ser feliz na porrada”.
Pois eu também.

Ok, não posso contar o que é porque, sempre que eu comento sobre coisas que ainda são somente uma possibilidade, elas não acontecem. Mas, de todo modo, gostaria de fazer um pedido à meia dúzia de pessoas que lêem este blog: torçam por mim. Desejem-me sorte. Caso a tal coisa aconteça, minha vida melhorará muito.

Acho de uma babaquice tremenda aquelas pessoas que estufam o peito e dizem: “eu leio um livro por semana”. Ou aquelas enquetes que, depois de perguntar quantas geladeiras e televisores você tem em casa, perguntam quantos livros você lê por mês. Como se a simples quantificação fosse sinal de erudição, de inteligência, sei lá de quê.